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| Setor
responsável pela manutenção do bom estado de
conservação das pinturas do acervo do MNBA, que são
feitas sobre suportes diversos como tecido, madeira, papel e metal,
e onde são utilizados entre outros materiais as tintas a
óleo, acrílica, têmpera e vinílica, em
processos variados. Para isto, o laboratório realiza exames
físicos - microscopia, luz normal, tangencial e ultravioleta
- para diagnosticar os problemas existentes e definir o melhor tratamento
a ser utilizado para cada caso. A intervenção, quando
é necessária, obedece sempre a dois princípios
fundamentais: o da intervenção mínima, ou seja,
só fazer o que é absolutamente imprescindível
para preservar a obra, e o da reversibilidade, significando que
os processos e materiais utilizados devem sempre poder ser removidos
sem danos para a obra. Essa talvez seja a face do Laboratório
mais conhecida do público, a restauração do
aspecto original da obra. Há, entretanto, uma área
de atuação do Laboratório, e talvez a mais
importante, que é a conservação preventiva.
Nela intervimos nos agentes que deterioram as obras como luz, calor,
umidade, insetos e pessoas, retardando e, algumas vezes até,
evitando restaurações. |
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