EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS

PRÓXIMA EXPOSIÇÃO:

 

Gonzaga Duque

Numa rara oportunidade de se reunir a crítica de arte produzida entre o final do século 19 e início do 20 e algumas das obras enfocadas, o MNBA abre no dia 9 de outubro, quinta-feira, a exposição Gonzaga Duque, um crítico no museu.

 

 

EXPOSIÇÕES REALIZADAS:

 

Gonçalo Ivo

Encerrada em 21 de setembro

Em sua primeira individual no MNBA, Gonçalo Ivo apresenta a partir do dia 23 de julho a exposição A COR-ESPAÇO | Pinturas e Objetos. Com curadoria de Fernando Cocchiarale, a exposição vai exibir oito telas de grande formato e 47 objetos de madeira.

Entre os destaques estão Tissu D’Afrique, 2007, uma pintura de 120 x 580 cm, Tissu D’Afrique, 2007, um imenso quadro em tons de branco, medindo 200 x 400 cm e Objeto, 2008, um totem de 367 cm de altura. Na mostra, os objetos são pinturas em têmpera tridimensionais, muitas vezes calcinadas, com colagem de folhas de ouro, prata ou bronze.

 

Tiziana Bonazzola: Flores e Paisagens

Encerrada em 13 de julho

A exposição se inspira nos lugares onde Tiziana viveu em sua amada Itália, assim como Saquarema, a casa de praia, a casa de férias. A paisagem de Portugal, onde passou temporadas nos últimos anos, junto a seu filho Paulo, tornou-se presente em suas aquarelas. E há também as flores, sua grande paixão: o seu pequeno jardim fornece modelos que ela executa em aquarelas soltas, poéticas, de cores ora suaves, ora vibrantes, nas quais por vezes podemos encontrar elementos humanos, como pequenos seres alados, ou cabeças, que se vêm apenas sugeridos.

Nas 22 aquarelas e 19 pinturas da exposição, sobressaem trabalhos coloridos, luminosos, conservando grande vigor, esta mostra é uma pequena parte de sua obra, reflexo de uma vida, de uma pessoa forte, porém doce, como a define a curadora da exibição, a professora da EBA/UFRJ, Isis Braga.

Roberto Burle Marx: Memórias e Paisagens

Encerrada em 13 de julho


Evento paralelo ao 3º Seminário de Paisagismo Sul-Americano, a mostra Roberto Burle Marx: Memórias e Paisagens reuniu pinturas, cerâmicas, esculturas em bronze, desenhos de jóias e de inúmeros jardins, além de vários esboços, plantas baixas e fotografias de seus projetos no Brasil e no mundo, como o Aterro do Flamengo.

 

EXPOSIÇÕES PERMANENTES

Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea


Situado no terceiro piso, o espaço reúne cerca de 180 obras de mestres das artes visuais, distribuidos em 1.800 metros quadrados de área de exposição.

As obras Café, de Portinari, e Auto-retrato, de Tarsila do Amaral, figuram entre os inúmeros destaques.

 

 

 

PALESTRAS

Arte em Diálogo

O Projeto Arte em Diálogo promove palestras com artistas contemporâneos que doaram obras ao MNBA e que encontram-se expostas na Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea. O artista interage com o público e fala sobre seu processo criativo, sua poética, as interfaces de sua obra com mestres de hoje e do passado, a especificidade de sua obra, e trajetória dela ao longo do tempo. Em seguida, num passeio pela Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea o artista não só localizará a obra doada ao MNBA, como também abordará as correlações de força com outros artistas do projeto Arte em Diálogo

Próximo encontro: dia 5 de novembro, 4a feira, às 14h, com Luiz Áquila.

Os encontros do Projeto Arte em Diálogo são transcritos e publicados, estando à venda por R$ 10,00 cada no MNBA: Manfredo Souzanetto, Malu Fatorelli e Sergio Fingermann.

 

MÚSICA NO MUSEU

Às quintas-feiras, 12h30min, no Cine-Teatro Belas Artes (200 lugares).
Grátis, com distribuição de senhas às 11h30min.

CURSOS

A partir de agosto estarão abertas as inscrições para os Cursos de História da Arte.
Informações sobre cursos na Associação Pró Museu Nacional de Belas Artes
pelo telefone (21) 2215.5072. Mais esclarecimentos na Seção Educação. Clique aqui.

PEÇA EM DESTAQUE

Retrato do Pintor João Timóteo da Costa

Amoedo, que era considerado “um mestre” pelo grande crítico de arte Gonzaga Duque (1863-1911), foi um dos maiores pintores brasileiros do século XIX. Ingressou na Academia Imperial das Belas Artes em 1874, onde estudou com Vitor Meireles, Zeferino da Costa e Agostinho da Mota, a quem sempre se referiu, com respeito, como “Seu Mota”. Aperfeiçoou-se na Europa, após ser contemplado com o Prêmio de Viagem, em 1878, com a pintura Sacrifício de Abel (1878). No ano seguinte partiu para a Europa, fixando-se em Paris, onde depois de algumas dificuldades iniciais, ingressou na École des Beaux Arts, freqüentando as aulas de Alexandre Cabanel (1823-1889) e Puvis de Chavannes (1824-1898), artista de obra antagônica, que muito o informaram visualmente.

A obra integra o projeto Peça em Destaque, sempre destacando o acervo do museu. (leia texto completo)

RODOLFO AMOEDO
Salvador, BA 1857

“Retrato do pintor João
Timóteo da Costa”, 1908

óleo sobre madeira, 49,5 x 29,0 cm
assinada
doação, Alfredo Galvão,1966