Novidades do Museu

Parceria entre o Ibram e Google democratiza acesso ao acervo do MNBA

O Google Arts & Culture, que reúne coleções de mais de mil museus e instituições de arte e cultura de todo o mundo, acaba de incluir cinco museus do Ibram, dentre eles o Museu Nacional de Belas Artes.

Com a digitalização de parte do seu acervo, busca-se promover o Museu e sua fabulosa coleção, e assim democratizar o acesso ao seu extenso patrimônio, dentro de uma plataforma digital de grande alcance. 

O acervo do MNBA está disponível na plataforma digital do Google Arts & Culture.

São mais de 500 obras em alta resolução, além de poder passear pelas galerias do museu pelo Google Street View.

Conheça a obra Retrato do intrépido marinheiro Simão, de José Correia de Lima (1814-1857) e muitas outras.

Acesse:https://goo.gl/EGtn9P

Suzana Queiroga renova projeto de acessibilidade do MNBA

Completando dez anos de criação,  o projeto “Ver e Sentir através do toque” do Museu Nacional de Belas Artes, voltado para a  acessibilidade e a sustentabilidade,   inaugura uma nova fase:  o foco agora se volta para a arte contemporânea. 

Nesta nova etapa a convidada é a artista visual Suzana Queiroga, integrante da famosa Geração 80 do Parque Lage, cuja exposição o MNBA abre no dia 16 de maio, às 12h,  em evento integrante da 15ª Semana dos Museus,  promovida pelo IBRAM. 

Um dos destaques da mostra é a obra  “Topos”, um relevo em gesso doado em 2009 ao MNBA,  produzida já com a intenção de participar de um projeto educativo,  no qual a relação com a obra pudesse ser estimulada a partir da percepção tátil.

Além desta,  serão exibidas outras  três  obras, sendo que uma delas será produzida na abertura da exposição,  focando no desenvolvimento de uma rica experiência sensorial com cegos e videntes.  Suzana Queiroga vai apresentar um mapa interativo da região onde se localiza o Museu Nacional de Belas Artes, além de outras obras que poderão ser tateadas.  

O trabalho  “Topos” será ambientado num novo contexto, onde a percepção visual pode ser minimizada e outros sentidos precisam ser ativados, o relevo, junto a outras obras, ganha novas dimensões e um espaço ampliado. Em um ambiente com pouca iluminação e sem informação textual, pretende-se  acionar outros sentidos, que as cores ganhem som, cheiro, textura, sentimentos e sensações.

“É um caminho a ser percorrido com o corpo, onde o tempo é ativado e uma narrativa se inicia. Aqui, dar espaço aos outros sentidos é uma oportunidade singular de reaprender o mundo”, explicam os curadoes Daniel Barretto,  Simone Bibian e Rossano Antenuzzi,  todos técnicos do Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC.

Paralelamente,  haverá uma mesa-redonda com a artista e seus convidados, discutindo o tema da ciência e arte,   incluindo a participação de uma neurocientista.

Iniciado em 2007, o projeto previu a possibilidade do toque em reproduções em baixo relevo e algumas maquetes, feitas a partir do acervo artístico do museu, de obras especialmente selecionadas para este trabalho. O objetivo foi possibilitar a experimentação estética e o conhecimento sobre história da arte e processos artísticos, tornando-os acessíveis às pessoas cegas e com baixa visão, de forma a democratizar o acesso à cultura.

Serviço

Projeto Ver e sentir – Suzana Queiroga

Abertura:  16 de maio,  terça,   às 12h, na sala Mario Barata.

Período:  16 de maio até 29 de outubro. 

Visitação: Terça a sexta-feira das 10 às 18hs; Sábados, domingos e feriados das 13 às 18 horas.

Ingressos: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00  ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.  GRÁTIS AOS DOMINGOS.  Telefone: (21) 3299-0600

Facebook:  MNBARio /  Site:  www.mnba.gov.br

Assessoria de imprensa do MNBA:  3299-0638  Nelson Moreira  Junior 

Exposição Rossini Perez: O cubo além da forma

Uma obra marcante na carreira do gravador potiguar é o mote da exposição Rossini Perez: O cubo além da forma”, que o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC inaugura dia 16 de maio, às 12h,  na sala Lebreton.

O início da trajetória artística de Rossini Perez no Rio de Janeiro remonta à década de 1950, quando a obra “Cubo cartaz Petite Galerie” foi criada pelo artista para servir de anúncio de divulgação da exposição coletiva de gravuras dos artistas Anna Leticia, Ernesto Lacerda, Vera Bocayuva Mindlin, Olympio de Araújo e Rossini Perez,  realizada na lendária Petite Galerie, situada na avenida Atlântica, em Copacabana.

Criada por solicitação do marchand italiano Francisco Terranova, proprietário da Petite Galerie, o trabalho é o elemento condutor das crônicas de memória do artista que falam sobre mercado de arte e artistas.

O cubo representa uma incursão de Rossini no concretismo, porém, acaso do destino,  deixou de ser realizado à época da mostra, em 1957, sendo construído somente quase sessenta anos depois para uma exposição retrospectiva do artista no Museu de Arte do Rio – MAR, em 2015.  Recentemente o trabalho passou a integrar a coleção do MNBA,

A mostra “Rossini Perez: O cubo além da forma” possibilita ao público rever praticamente a formação original do grupo que participou do evento nos anos 1950,  e oferece um significativo painel da gravura brasileira  através dos 20 trabalhos expostos,  a maioria produzida na década de 1950.

Com curadoria da museóloga do MNBA Cláudia Rocha, a exposição é integrada por oito obras de Rossini Perez,  cinco obras de Anna Letycia,  cinco de Vera Mindlin e  duas  de Ernesto Lacerda.

Serviço:

Exposição: Rossini Perez: O cubo além da forma

Abertura: 16 de maio, às 12h, na sala Lebreton.

Período:  de 16 de maio até 16 de julho

Visitação: Terça a sexta-feira das 10 às 18hs;

aos sábados, domingos e feriados das 13 às 18 horas.

Ingressos: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00  ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. 

GRÁTIS AOS DOMINGOS.

O MNBA fica na avenida Rio Branco,  199 –  Cinelândia - telefone: (21) 3299-0600.

Facebook:  MNBARio /  Site:  www.mnba.gov.br

Assessoria de imprensa do MNBA:  3299-0638  

 

Marcos Duprat no Museu Nacional de Belas Artes

Um panorama de seus desenhos em mais de quatro décadas de trabalho, este é o foco da exposição "Memórias sobre Papel",  que o artista  Marcos Duprat apresenta no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC,  a partir de 16 de maio.

A mostra, na Sala Clarival do Prado Valladares,  reúne 36 obras sobre papel que ilustram as transformações em sua linguagem e imagística em seu enfoque do "enigma da realidade visivel”,  abordando  a temática do mundo exterior- paisagens e figuras na água - e o mundo interior-naturezas mortas,  retratos e figuras e reflexos em espaços íntimos.  Os trabalhos foram produzidos entre 1977 e  2017.

Quanto à técnica,  o artista utiliza diversos meios, como  lápis de cor, crayon,pastel seco e oleoso, aquarela e óleo,  sobre diferentes papéis- canson, schoeller, fabriano, polpa vegetal e papéis artesanais japoneses e brasileiros.  A luz é o elemento protagônico e de articulação dessas imagens presentes na exposição "Memórias sobre Papel”.

Nascido no Rio de Janeiro em 1944, Marcos Duprat manteve ao longo de sua vida diplomática a constância e o fluxo de sua obra. As influências de sua formação artística no Rio de Janeiro e nos EUA, bem como posteriormente dos sete anos vividos na Europa e dos nove na Ásia, deixaram traços nítidos em seu trabalho.

Sua formação artística foi  iniciada no MAM/ Rio e prosseguiu com o mestrado em Belas Artes em Washington(EUA),  onde fez sua primeira individual, em 1977.

Realizou inúmeras mostras individuais no Brasil, dentre as quais no MASP (1979 e 1988), no MAC (1995), na Pinacoteca do Estado de São Paulo (2006), entre outros,  em São Paulo.  Enquanto isso, no Rio de Janeiro realizou mostras no Centro Cultural Correios (1995 e 2008), no Instituto Cultural Villa Maurina (1996) e no CCBB (1999). Até fevereiro deste ano,  Marcos Duprat exibia uma retrospectiva de sua obra pictórica na Biblioteca Nacional.

O artista produziu exposições em diversos museus no exterior, dentre os quais no Centro Culturale San Fedele, em Milão (1990), o Museu Nacional da Hungria (1993), o Museo de Arte Contemporaneo de Montevidéu (1999), o Teien Metropolitan Art Museum, em Tóquio (2003), e a Sidhartha Art Foundation em Kathmandu (2013). Suas obras estão nos acervos das instituições acima relacionadas, bem como em coleções particulares.

Serviço:

Exposição:  Memórias sobre Papel,  do artista  Marcos Duprat

Abertura:  16 de maio,  terça,  às 12h.

Período: 16 de maio até 2 de julho

Visitação: Terça a sexta-feira das 10 às 18hs; Sábados, domingos e feriados das 13 às 18 horas.

Ingressos: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00  ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.  GRÁTIS AOS DOMINGOS.

Telefone: (21) 3299-0600

Facebook:  MNBARio /  Site:  www.mnba.gov.br

Assessoria de imprensa do MNBA:  3299-0638  Nelson Moreira  Junior

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