Novidades do Museu

Exposição A reinvenção do Rio de Janeiro: Avenida Central e a Memória Arquitetônica do MNBA

Pinturas, documentos, objetos, gravuras, fotografias,  num total de cerca de 60 peças, compõem a exposição que resgata parte da história de uma das mais importantes instituições culturais do Brasil.

A reinvenção do Rio de Janeiro: Avenida Central e a Memória Arquitetônica  do MNBA, celebra as oito décadas de criação da Instituição,  e vai ser aberta na data de aniversário do Museu: 13 de janeiro de 2018,  sábado,  às 14h.  Com entrada franca.

A curadoria dos técnicos do Museu concebeu uma exposição dividida em três Núcleos.  No Primeiro,  são enfocados as origens,  abordando a Academia Imperial de Belas Artes(fonte seminal da coleção do MNBA), os desenhos do arquiteto que concebeu a AIBA, o francês Grandjean de Montigny,  e a posterior demolição do prédio da Academia,  dando lugar a um estacionamento na região central do Rio de Janeiro. 

Avançando no tempo,  o Segundo  Núcleo, intitulado Avenida Central,  trafega pela modernidade e a modernização da cidade onde o MNBA está inserido.  Dele fazem parte a inauguração da Avenida Central,  que, em 1904,  representou um marco para o Rio de Janeiro, e é a atual  Avenida Rio Branco. 

O empreendimento,  desenvolvido pelo prefeito Pereira Passos, incentivou a construção de edifícios que simbolizavam os poderes e a cultura,  e que foram sendo edificados ao longo da importante via:  prédios como o Palácio Monroe,  Jornal do Brasil,  Theatro Municipal,  e claro, o do Museu Nacional de Belas Artes, dentre vários outros.   Tudo isso ilustrado por medalhas, fotos, documentos, correspondências, elementos decorativos e elementos arquitetônicos, como loggias.

Finalmente, o Terceiro Núcleo da mostra A reinvenção do Rio de Janeiro: Avenida Central e a Memória Arquitetônica  do MNBA privilegia o protagonismo do Museu Nacional de Belas Artes, tanto no cenário nacional quanto no internacional.  Nas palavras de uma das curadoras da mostra, a pesquisadora  Monica Xexéo:  “é o resgate do Museu como lugar de formação,  de exposição;  o local onde surge a primeira  galeria de arte do Rio de Janeiro e seus desdobramentos culturais”. 

A questão da preservação também integra  este Núcleo, mostrando a restauração do prédio,  cuja inauguração completa  110 anos em 2018; ou  as  diversas  tecnologias empregadas  no seu restauro, por exemplo.  O segmento engloba ainda as figuras históricas que se conectam à  time-line do edifício, como D. João VI,  o escultor Rodolfo Bernardelli;  o arquiteto idealizador do prédio e um dos mestres da Escola Nacional de Belas Artes, Adolfo Morales de Los Rios (1858-1928).  Ou seja, é o prédio visto como uma obra de arte,  um lugar de pesquisa e produção de conhecimento.  

Num diálogo com outras áreas,  a geografia urbana também se insere neste Núcleo:  enquanto nas cercanias da Cinelândia  se localizam prédios históricos, tais como o Theatro Municipal,  o MNBA, a Biblioteca Nacional, outra ponta da cidade, na praça Mauá reflete a sua modernidade,  representada pelo Museu do Amanhã ou o Museu de Arte do Rio(MAR). 

Para seus organizadores,  a exposição  A reinvenção do Rio de Janeiro: Avenida Central e a Memória Arquitetônica  do MNBA, abre uma rara oportunidade para  reflexão do nosso passado, do presente e do futuro do nosso patrimônio cultural, através do acervo exposto,  e tomando por base uma das suas instituições culturais mais resplandescentes, que prossegue se reiventando através dos séculos.      

Exposição:  A reinvenção do Rio de Janeiro: Avenida Central e a Memória Arquitetônica  do MNBA

Abertura:  13 de janeiro, sábado,  às 14h.

Período:  13 de janeiro até 27 de maio de 2018

Visitação:  terça até sexta de 10h às 18h;  sábado e domingo:  de 13h às 18h.

Ingressos:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família(para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. 

Grátis aos domingos.

Museu Nacional de Belas Artes: Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia – tel:  3299-0600.

O Espaço da Arte

Uma prévia do cenário da nova Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea,  que em breve vai ser reformulada,  é o que se antecipa na exposição “O Espaço da Arte”, que o Museu Nacional de Belas Artes vai abrir dia 13 de janeiro, sábado.  Com entrada franca.

O público vai poder descortinar, dentro das salas Flamengo-Holandesa, Boudin e Lúcio Costa,  cerca de 51 obras da coleção do MNBA, incluindo nomes como Iberê Camargo,  Maria Leontina,  Guignard, Ivan Serpa, Candido Portinari,  Flávio de Carvalho, Djanira e Fayga Ostrower, entre outras.

Através destes trabalhos, que tiveram impacto na trajetória da arte visual brasileira,  a exposição  se volta para  as transformações da espacialidade da obra de arte, elemento  fundamental para a compreensão da transição da passagem do mundo visual moderno para o contemporâneo. 

Optando pela  abordagem da espacialidade na obra de arte os curadores da exposição “O espaço da Arte” lembram que suas transformações ao longo do século XX são essenciais para se entender as mudanças visuais e conceituais que ocorreram ao longo de mais de cem anos de história, gerando conseqüências no fazer de hoje.

No primeiro dos três módulos  nos quais se estrutura a mostra, aborda-se o contato com novos tratamentos da superfície,  ou de características óticas e materiais das obras, anunciando as transformações que viriam depois, com mais radicalidade, ênfase e segurança.  Trata-se de um estágio no qual os artistas parecem exibir uma postura de timidez e incerteza sobre os rumos que se abraçariam pelos anos subseqüentes.

Posteriormente,  o segundo módulo exibe  algumas experiências artísticas onde as obras assumem a postura investigativa frente o problema histórico que enfrentam diante do espaço da obra, pesquisando soluções diferentes, mas que, de algum modo, ainda estão presos a certos paradigmas, principalmente relacionados à figuração.  Neste segmento,  se pode observar o entre-lugar,  ou seja,  o artista está  abrindo uma campo entre o antes e o depois;

Deixando para trás o impasse das fases iniciais,  no ultimo módulo,  as obras expostas, sem vacilação, assumem seu lugar no mundo real.   Caminham para além  da representação,  buscando  se apresentar enquanto si mesmas no espaço real,  construindo uma ponte entre dois mundos, antes separados.  Nesta fase,  a obra de arte não evoca, está presente,  ganhou vida própria,  emerge como um ente tal qual seu observador e, a partir disso, se põe a modificar as relações em seu entorno.

Os curadores da exposição “O Espaço da Arte” ressaltam, “ainda que se desenhe no tempo, a história da espacialidade,  enquanto percurso,  está  repleta de fraturas, desvios, descontinuidades”.  Isso explica,  porque dentro da dinâmica da história da arte,  “o passado pode conter distantes anúncios de um porvir a ser trabalhado como a também permanência de certos modelos criados dentro da sua trajetória,  fazendo com que as noções de espacialidade reverberem continuamente,  umas sobre as outras, num fluxo contínuo do fazer e refazer”.

Exposição “O Espaço da Arte”

Abertura:  dia 13 de janeiro, sábado,  às 14h.

Período:  Período:  13 de janeiro até 27 de maio de 2018

Visitação:  terça até sexta de 10h às 18h;  sábado e domingo:  de 13h às 18h.

Ingressos:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família(para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. 

Grátis aos domingos.

Museu Nacional de Belas Artes: Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia – tel:  3299-0600.

Festival de Esculturas do Rio no MNBA

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O Festival de Esculturas do Rio de 2017 terá a participação do Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC:  no dia 11 de novembro, sábado, a partir das 14h,  o MNBA abre exposição reunindo obras de 25 artistas, incluindo tanto peças do seu acervo quanto de artistas convidados, entre eles Alexandre Rangel – RJ, Ângelo Augusto Milani – SP, Anish Kapoor - India/Inglaterra, Clarisse Tarran – RJ, Duílio Sartori – RJ, Hilton Berredo-RJ,  Iole de Freitas – RJ, Marcos Cardoso – RJ, Robson Macedo – RJ e o Grupo 5inco Maria – RJ.

A relação é complementada por artistas como:  Abrahan  Palatinik -  RN,  Alexandre Rangel – RJ,  Anish Kapoor – India / Inglaterra;  Ângelo Augusto Milani – SP,  Ângelo Venosa – RJ,  Antony Gormley – Inglaterra,  Ascanio M.M.M. – Portugal / RJ,  Clarisse Tarran – RJ, Duílio Sartori – RJ,  Emanuel Araujo – BA,  Gianguido Bonfanti – RJ,  Gonçalo Ivo – RJ,  Hilton Berredo – RJ, Iole de Freitas – RJ,  Ivan Navarro – Chile,  Jorge dos Anjos – MG,  Luiz Monken – RJ,  Marcelo Lago – RJ,  Marcos Cardoso – RJ,  Marcos Coelho Benjamim – MG,  Pina Bastos – RJ e Robson Macedo – RJ.

Como explica o curador e organizador do Festival de Esculturas, Paulo Branquinho: “A idéia é crescer e criar um link entre os museus e centros culturais do Rio, tendo a escultura como elo, promovendo intercâmbios entre artistas de diferentes gerações, estilos, materiais, estados e países. Nesta exposição o visitante fará um passeio entre obras de ferro, carvão, madeira, granito, acrílico, resina, cerâmica, entre outros”.

Além do MNBA,  o Festival de Esculturas do Rio, que teve início há dois anos,  será apresentado no Centro Cultural dos Correios/RJ.

SERVIÇO:

Festival de Esculturas do Rio no MNBA

Abertura:  11 de novembro, sábado – de 14h às 18h.

Período:  12 de novembro de 2017 até  25 de março de 2018

Visitação:  terça até sexta de 10h às 18h;  sábado, domingo e feriado de 13h às 18h.

Ingressos:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família(para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. 

Grátis aos domingos.

Museu Nacional de Belas Artes: Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia – tel:  3299-0600.

Visite:  www.facebook.com/MNBARio

*Assessoria de imprensa do MNBA: Nelson Moreira – 32199-0638

Exposição Imagens Impressas: um Percurso Histórico pelas Gravuras da Coleção Itaú Cultural no MNBA

Exposição itinerante revela as diferentes técnicas e temáticas abordadas do século XV ao XIX, com gravuras originais de artistas como Martin Schongauer, EugèneDelacroix, Francisco Goya, Edouard Manet e Honoré-VictorienDaumier

A partir de 26 de outubro (quinta-feira), o Museu Nacional de Belas Artes recebe a exposição Imagens Impressas: um Percurso Histórico pelas Gravuras da Coleção Itaú Cultural. Com curadoria do Doutor em Arquitetura e Urbanismo Marcos Moraes, a mostra mapeia cinco séculos da produção gráfica europeia, com mais de 140 das 451 imagens impressas que compõem este acervo. São apresentadas, de forma didática, as diferentes técnicas de gravuras dos séculos XV a XIX.

Esta exposição já passou por Santos, Curitiba e Fortaleza, e fica em cartaz no Rio de Janeiro até o dia 18 de fevereiro de 2018.

O curador observa que a imagem impressa acompanha a humanidade desde os seus primórdios, e podemos remontar essa trajetória às mãos marcadas, por meio de pigmentos, nas paredes de grutas e cavernas. De acordo com Moraes, as xilogravuras produzidas a partir do século XV tiveram suas técnicas aprimoradas, incorporando inovações e desenvolvendo a linguagem gráfica. Por esse caminho, no século XIX a gravura chega à autonomia. Para abordar esse meio de criação é preciso, portanto, delimitar um escopo.

“Trata-se de um recorte representativo, pela diversidade de técnicas, temas e destinações das gravuras. Esta seleção nos permite pensar na linguagem gráfica e em outros caminhos de leitura e interesse ao longo desse fascinante empreendimento que foi a produção de imagens impressas”, afirma o curador.  A mostra propõe, assim, um percurso histórico pelas gravuras do Itaú Cultural, e se inscreve nas ações promovidas pelo instituto para garantir o acesso ao Acervo de Obras de Arte do Itaú Unibanco, que hoje conta com mais de 15 mil itens.

Entre os destaques de Imagens Impressas estão obras do artista e caricaturista francês Honoré-VictorienDaumier, como Quelleheureserencontre! – Les Amis (ca.1840), Mais pis que (s.d.), C’estbienparce (s.d.), Um ami est – Les Amis (ca. 1840), J’offrirai à monsieur (s.d.). Dele, há também o original de uma charge publicada no jornal Le Charivari, um dos principais veículos franceses no período. Chama a atenção, ainda, uma série de trabalhos de artistas mais conhecidos como pintores, como Edouard Manet, EugèneDelacroix, Francisco Goya, Henri de Toulouse-Lautrec e Rembrandt van Rijn.  A gravura mais antiga em exibição na mostra é Cristo Carregando Cruz, feita em 1475 por Martin Schongauer, um dos primeiros gravuristas de que se tem notícia. Vale ressaltar as ilustrações realizadas por Gustave Doré, no século XIX, para o livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri.

SERVIÇO

Imagens Impressas: um Percurso Histórico pelas Gravuras da Coleção Itaú Cultural

Abertura:26 de outubro de 2017, às 18h

Período: de 27 de outubro de 2017 a 25 de fevereiro de 2018

Visitação: de terça a sexta,  das 10h às 18h. Sábados, domingos e feriados das 13h às 18h

Ingressos: R$ 8 inteira, R$ 4 meia e ingresso família (para até quatro membros de uma mesma família) R$ 8

Grátis aos domingos.

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Franklin Cassaro
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